“Não havendo a Nação Brasileira prestada honras fúnebres de espécie alguma por ocasião do falecimento do Imperador, o senhor D. Pedro II, o mais distinto filho desta terra, tanto por sua moralidade, alta posição, virtudes, ilustração, como pela dedicação no constante empenho ao serviço da Pátria durante quase 50 anos que presidiu a direção do Estado, creio que a nenhum homem de seu tempo poderá prestar honras de tal natureza, sem que se repute ser isso um sarcasmo cuspido sobre os restos mortais de tal indivíduo pelo pouco valor dele em relação ao elevadíssimo merecimento do grande Imperador. Não quero, pois, que por minha morte se me prestem honras militares, tanto em casa como em acompanhamento para a sepultura. Como homenagem à Marinha, minha dileta carreira, em que tive a fortuna de servir à minha Pátria e prestar alguns serviços à Humanidade, peço que sobre a pedra que cobrir minha sepultura se escreva:"

“Aqui Jaz o Velho Marinheiro”
Em 1824, Joaquim Marques Lisboa e seu irmão mais velho, Manoel Marques Lisboa, pegara em armas neste porto pela Confederação do Equador, contrária ao Império em Tamandaré, uma pequena vila porto de apoio no litoral pernambucano. Após repelir a invasão na região em 8 de junho deste mesmo ano, Manoel viria a falecer na segunda tentativa de tomar o local, apesar da vitória ter sido conquistada. Durante a visita do Imperador D. Pedro II ao Nordeste, ao chegar ao litoral de Pernambuco, 35 anos depois, em 1859, Joaquim Marques Lisboa pediu-lhe para fazer uma parada e transladar os restos mortais de seu irmão Manoel, que se encontravam no cemitério da Vila de Tamandaré, para o jazigo da família no Rio de Janeiro. D. Pedro II concorda e sensibilizado pelo gesto, lhe confere a honraria de Barão no ano seguinte. Após divergências sobre o nome, D. Pedro II, ao lembrar-se do ocorrido em Tamandaré, deu-lhe o título de Barão de Tamandaré em memória de seu irmão que tombara em luta, e do lugar que fora para ele muito importante, tornando-se um ponto de referência para a amizade dessas duas figuras históricas.
Armada
Em 1822 com a falta de militares experientes que tivessem nascidos no Brasil, a comissão composta por Luís Cunha Moreira contata militares portugueses servindo no Brasil para que unissem para criar o Império brasileiro.Centenas aceitaram, e os que recusaram receberam, em conjunto com as suas famílias, transporte para retornarem a Portugal. Contudo, temerosos das possíveis consequências de enviar para combate navios tripulados em sua maior parte por portugueses contra as forças lusitanas, a comissão recruta diversos mercenários, indígenas e escravos. E para comandar a frota, José Bonifácio de Andrada e Silva, ministro do Interior e Relações Exteriores do Brasil, em carta datada de 13 de setembro de 1822, convida "em nome do povo brasileiro" o experiente Thomas Alexander Cochrane, famoso marinheiro britânico, que através do Decreto Imperial de 21 de março de 1823, assume a patente de Primeiro-almirante, caso único na história do país em que uma alta patente foi concedida a um estrangeiro.

A primeira frota era composta por apenas uma nau, quatro fragatas, duas corvetas, cinco brigues, seis escunas e vinte pequenas embarcações, num total de trinta e oito navios de guerra. Martim Francisco Ribeiro de Andrada cria a subscrição nacional para reunir fundos para reequipar a frota, e de todo o Brasil foram enviadas contribuições. Até mesmo do Imperador Pedro I adquiriu às próprias despensas, um brigue mercante que foi renomeado Caboclo e doado a ARMADA. A recém criada ruma para a Bahia, atacando a esquadra portuguesa formada por mais de setenta navios que se dirigia ao a costa do Maranhão. Depois da épica batalha naval, os demais navios portugueses ou foram afundados ou aprisionados, sendo estes logo incorporados à Armada Imperial brasileira, deixando a poderosa. Thomas Alexander Cochrane, que também comandava o brigue Maranhão, aportado na cidade de Belém do Pará, derota toda a oposição lusitana nas costas das províncias do Pará, Maranhão e Bahia, partindo para a Cisplatina, alcançando mais sucessos para obter a rendição de Portugal. O Almirante Cochrane, após ter libertado um terço do território agora brasileiro em uma serie de batalhas navais, recebe de Dom Pedro I, a condecoração da Ordem do Cruzeiro do Sul e o ..
Título nobiliárquico de marquês do Maranhão.
A ARMADA foi vital para a Independência do Brasil, tornando-se muito importante no cenário, foi ela que bloqueou, perseguiu e destruiu a poderosa esquadra portuguesa, possibilitando a união nacional das províncias no Rio de Janeiro, fundando o Império do Brasil.
Pelo Ofício n°. 301 de 5 de novembro de 1825, Lord Cochrane registra ter informado via carta-duplicata de 28 de junho, as causas de levar a Fragata Piranga para um porto na Inglaterra e explica ao Ministro da Armada do Brasil que a presença dessa mesma Fragata, tão perto das praias de Portugal, que teria grande efeito no reconhecimento a Independência do Brasil.
" Informo que o departamento naval não deixou nada por fazer, antes de sua partida do Maranhão, não havendo nenhum inimigo no território brasileiro, nenhum navio hostil em seus mares e nenhuma dissensão interna e que, naquele momento, por força do decreto de 27 de fevereiro de 1824, termina sua autoridade como comandante-em-chefe da Esquadra Brasileira. Finalmente informa que, a vista do primeiro vento favorável depois do dia 10 de novembro de 1825 a Fragata Piranga tem ordem de partir" - da resposta da Armada para Cochrane.
Lord Cochrane após desligar-se do Império do Brasil devidamente pago, morre em Londres no ano de 1860 aos 85 anos de idade durante uma cirurgia para extração de cálculos renais, após sabendo do ocorrido, os comandantes da ARMADA fizeram uma homenagem póstuma ao eterno Almirante.

Ainda em 1840, quando Dom Pedro II foi declarado maior, a ARMADA já contava com noventa navios de guerra; Seis fragatas, sete corvetas, dois brigues-barcas, seis brigues, oito brigues-escunas, dezesseis canhoneiras, doze escunas, sete patachos, seis barcas a vapor, oito lanchões artilhados, três charruas, dois lugres, dois cúteres e cinco lanchões armados e modernizados, reorganizada, a Secretaria de Estado, a Contadoria da Marinha, o Quartel-General da Marinha e a Academia de Marinha. O Corpo dos Imperiais Marinheiros foi definitivamente regularizado e surgindo o Corpo de Fuzileiros Navais e o Corpo de Artilharia de Marinha, assim como serviços de assistência aos inválidos e também, escolas para formação de marinheiros e artífices.
Em 1851, os conflitos na região da Prata não cessaram e logo o Brasil se viu forçado a enviar dezessete navios de guerra, uma nau, dez corvetas e seis navios a vapor, liderados pelo capitão veterano da Independência John Pascoe Grenfell para combater as Províncias Unidas do Rio da Prata.
A frota brasileira conseguiu ultrapassar o forte argentino de Toneleros sob forte bombardeio efetuando o transporte de tropas para o teatro de operações em terra. Mais de uma década depois, a Armada foi mais uma vez modernizada, e seus antigos navios à vela deram lugar quarenta navios a vapor com mais de 250 canhões. Seus oficiais não continham mais estrangeiros, e sim, somente brasileiros natos que eram recrutas na época da guerra da Independência.
De seu quadro de militares, saíram homens como Joaquim Marques Lisboa, Barão de Tamandaré, Francisco Manuel Barroso da Silva, barão do Amazonas, Joaquim José Inácio de Barros, visconde de Inhaúma, Luís Filipe de Saldanha da Gama, dentre outros, todos leais ao regime monárquico, com a ARMADA que detinha entre os Marinheiros, 3 218 praças com mais 454 praças reservistas. Além disso, seus comandantes, assim como suas tripulações que conheceram bem no teatro de guerra atual, foram bem melhor treinadas.
Estas ações permitiram a Armada obter uma grande vitória na Batalha de Riachuelo contra as forças Paraguaias de Solano Lopes. Construtores navais como Napoleão Level, Trajano de Carvalho e João Cândido Brasil planejaram desenhos para os navios de guerra da Armada, possibilitaram aos arsenais do país manterem competitividade com outras nações. Com o final do conflito contra o Paraguai, o governo brasileiro buscou reparar os danos sofridos pelas embarcações e reequipá-las, possibilitando ao Brasil ter a quarta mais poderosa marinha de guerra do mundo àquele momento. Durante a década de 1870, o Império brasileiro fortalece ainda mais a sua Armada frente a uma possibilidade de um conflito armado com a Argentina. Assim, adquiriu uma canhoneira e uma corveta, e em 1873, um encouraçado e um monitor, e em 1874 dois cruzadores e um monitor.
O início da década de 1880, os Arsenais da Marinha, do Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Pará e Mato Grosso continuaram a construir dezenas de navios, foi criada a Escola Prática de Torpedos para praças e instalou-se a oficina de fabricação e reparo de torpedos e aparelhos elétricos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, todos em 30 de novembro de 1883. Este mesmo Arsenal construiu as canhoneiras a vapor: Iniciadora, Carioca, Camocim, Cabedelo e Marajó, agora com cascos de aço, e não mais de madeira, construídos no nosso país. Contudo, o ápice ocorreu com a incorporação dos encouraçados de alto mar Riachuelo e Aquidabã ambos dotados de avançados tubos lança-torpedos, respectivamente. A obtenção destes, possibilitou o Brasil permanecer entre as maiores "potências navais do universo”
Estes dois navios marcaram época, pois:
“ Fizemos 'a Europa curvar-se ante o Brasil', porquanto o Riachuelo, ao ter a construção concluída na Inglaterra, em 1884, foi considerado pela opinião dos técnicos das nações marítimas mais adiantadas como um modelo em seu gênero, tais os aperfeiçoamentos que reunia.

Com novos navios e com as capitanias dos portos reaparelhadas, a Armada no final de 1888, era a segunda marinha mais poderosa do mundo. Mas em 1889, tudo muda com o golpe de Estado que instaurou a República no Brasil.
Sem os oficiais da Armada, a república abandona os arsenais brasileiros, ficando em obsolescência depois do golpe de Estado de 1889, que depôs o nosso querido imperador D.Pedro II, deixando o pais na total miséria, onerando a nação, a Armada se rebela com seus militares logo rechaçados a tiros ao darem vivas ao Imperador quando este estava aprisionado no Paço Imperial, gerando duas revoltas navais (1891-1893-1894), a Revolução Federalista (1893-1895) e a Guerra de Canudos (1896-1897) Saldanha da Gama tinha como objetivo de ressuscitar o Império, juntamente com outros monarquistas, infelizmente falha em todas as tentativas restauradoras, esmagadas pelo cruel governo republicano de Floriano Peixoto, com Tamandaré escrevendo uma carta implorando ao seu amigo Dom Pedro II, exilado na França, que lhe desse o aval que permitisse debelar contra o golpe, mas, o negou tal possibilidade temendo grande derramamento de sangue, já que Pedro II amava seu povo mesmo longe dele.
E assim, nosso idoso almirante, com quase noventa anos de idade, seria preso por ordem do ditador Floriano Peixoto sob a acusação de financiar militares monarquistas na Revolução Federalista. O Barão manteve-se em contato com a Família Imperial no exílio buscando maneiras de restaurar o regime deposto, mas acabou relegado ao ostracismo pelo governo republicano.
Oficiais monarquistas de alta patente foram fuzilados sem processo legal, seus subordinados sofreram penas menos cruéis, como espancamentos e mutilações.
O expurgo nos quadros da Armada dando origem a MARINHA DO BRASIL, foi possível uma instituição leal à Monarquia se tornar subitamente republicana no final do século XIX. A desmobilização e desmantelamento das nossas unidades navais; o jeito republicano de governar, mostrando total despreparo resulta em diversas sucessões de ministros na Marinha do Brasil em seis anos, contribuindo ainda mais para ostracismo, face em meio à rápido avanço da tecnologia naval até o período da Segunda Guerra Mundial caracterizado pelo abandono da nossa querida Armada, apesar de ainda ter sido criada a Escola Naval de Guerra, mais tarde a Escola de Guerra Naval, a flotilha de submarinos, com os três submarinos da Classe Foca, e a Escola de Aviação Naval, a frota estava tão obsoleta em meados no final dos anos 30, que os navios mal conseguiam navegar com segurança.
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| O cruzador Minas Gerais de 1910 atuando em 1931 |
A Revolução de 1930 representou uma linha que separava épocas distintas. Dois anos mais tarde, durante a Revolução Constitucionalista de 1932, a Marinha sentiria dificuldades de atuação.
Em 1932, um relatório do Ministro da Marinha declarava a triste análise:
Estamos deixando morrer a nossa Marinha. A Esquadra agoniza pela idade a maior parte dos navios ainda eram da Esquadra de 1910 e, perdido com ela o hábito das viagens, substituído pela vida parasitária e burocrática dos portos, morrem todas as tradições (...) Estamos numa encruzilhada: ou fazemos renascer o Poder Naval sob bases permanentes e voluntariosas, ou nos resignamos a ostentar a nossa fraqueza provocadora (...) estamos completamente desaparelhados.
Obsoleta em termos de meios e incapaz de garantir a segurança no litoral brasileiro, com a deflagração Submarina da Marinha Alemã, visando isolar o Reino Unido dos suprimentos e materiais necessários ao esforço de guerra aliado a partir do continente americano, a Marinha do Brasil viu-se obrigada a, entre 1942 e 1944, subordinar-se à Marinha dos Estados Unidos da América.
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| Corveta Imperial Marinheiro V-15 |
Com o reaparelhamento e a reorganização promovidos com os recursos norte-americanos, a Marinha Brasileira participou ativamente da guerra antissubmarino não apenas no Atlântico Sul mas também na zona Central do Atlântico, além de participar da luta anti-submarina no Caribe e da guarda de comboios para o Norte de África e o mar Mediterrâneo comboiados cerca de
3 164 navios em 575 comboios, sendo 1 577 brasileiros e 1 041 norte-americanos, com 99 % dos navios protegidos chegado aos seus destinos.
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| Cruzador Tamandaré C-12 e seus destróiers D-27/28/29/30 de escolta |
Foram percorridos pelos escoltas, sem contar com as manobras em ziguezagues realizadas para dificultar a detecção submarina e o desvio de torpedos dos inimigos, 600 mil milhas náuticas, o equivalente a 28 voltas em redor do globo pela linha do equador, combiando o equivalente a 50 navios mercantes por cada navio, e assim a Marinha Brasileira recupera um pouco de sua gloria, e prestigio graças ao bom trabaho na Segunda Guerra, mas Getúlio Vargas que queria o brilho dos holofotes apenas para si, entinge a FEB (Força Expedicionaria Brasileira) e nos anos seguintes ao estado novo, Getulio se suicida, e seus sucessores mergulham novamente a Marinha no completo ostracismo. Durante os anos seguintes entre 1950-1990, a Republica do Brasil que passa de uma ditarura militar para um regime "democratico" mas com ESTADO oneroso e corrupto, a Marinha do Brasil estava totalmente sucateada e seus militares passando dificuldades, mas, em 17 de dezembro de 2020, um evento que seria a primeira guerra civil brasileira declarada na história do país, muda o quadro. Na costa da cidade do RIO DE JANEIRO diante de Deus e do povo, alguns desertores da MARINHA DO BRASIL em;
17 de dezembro as 17:00, a Facção Tamandaré inspirada na figura do Barão, operava apenas 4 caças, alguns poucos helicópteros e lanças rápidas, lançã um ataque ao NA-ACLANTICO denificando seriamente a embarcação e a sua escolta.

A Facção era com o A-4, ele de fato era como uma águia,
“a águia que via do alto e atacava à presa”.

Mas tão logo, a heroica facção, demostra bravura inigualável posta à prova em ação contra as forças opositoras. E não por acaso, marcaram a história em uma atuação inesquecível que contabiliza a façanha de 33 missões em apenas seis dias sem nenhuma aeronave abatida, contabilizando 17 unidades inimigas abatidas combinadas da Republica do Brasil, Peru, Chile e até da França (5) F-5N, (3) Mirage 2000, (3) F-16C, (3) A-29 tucano, (2) A-4 e (1) Rafaele e mais de 19 instalações inimigas destruídas. Feito igual, só feito da força aérea de Israel na guerra dos seis dias, nosso pilotos navais ganharam o apelido de Águias. Essa é uma história de heróis daquelas que a maioria vê apenas no cinema ou acha que somente os norte-americanos registram feitos assim. Pois é, essa é para conferir, conhecer e se orgulhar! Sobre essa época, um último detalhe: quando alguém ingressa, algumas coisas são certas: vai vestir a farda azul camuflada, e se acostumar com o som do mar. Pode ser uma turma de aviadores, de fuzileiros, de especialistas, tanto faz, pois a tropa sempre canta, em algum momento que os nossos céu e mar são bem protegidos durante o levante que levou o Brasil de volta a monarquia. E assim renasce em 25 de Março de 2021 com a fusão entre a facção de tamandaré e a marinha do Brasil, ressurgindo a ARMADA IMPERIAL BRASILEIRA no século XXI.
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(AIB Strike Group 1) com a nau capitania A68 Leopoldina da Classe Isabel escoltado pelo D13 Tamoio da Classe Amazonas II
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A nova ARMADA IMPERIAL BRASILEIRA ainda adota seus tradicionais conceitos, mas com uma diferença, com táticas modernas de abordagem mista, adotada nas marinhas imperiais japonesa e na marinha britânica, aliando seu sistema clássico com o conceito moderno de agrupamento tático em sua totalidade por embarcações, pessoal, organizações e doutrinas de uma Marinha de guerra de águas azuis. O comando central fica a cargo da Armadoria Imperial onde funcionará; O Conselho Supremo Militar de Almirantes, tendo a Inteligência Naval (IN) / Intendência Naval (ITN) e o Corpo de Fuzileiros Navais (FN) da Armada Imperial, subordinados ao comando do 1°QG aeronaval Santa Cruz – localizado na Província de Los Santos - Rio de Janeiro.
Educação militar
Em 1845 o Colégio Militar foi dividido em duas metades: a metade manteve o nome de "Colégio Militar" e a outra metade se tornou o Colégio Central. Decreto nº 585 de 6 de setembro, melhorou consideravelmente a qualidade dos oficiais da Armada Imperial, retomando a partir de Janeiro de 2021 o CM continua sendo até hoje tido como exemplo. A partir de então, a progressão na carreira militar de um soldado ocorreria através de tempo de serviço, mérito e currículo acadêmico, além de uma clara preferência pelo pessoal que completou o Colégio Militar sobre os que não o fizeram oferecendo cursos de infantaria e cavalaria, incluindo disciplinas de 1º e 5º ano de estudo. A Guarda Nacional foi reorganizada no mesmo mês e subordinada diretamente ao Ministro da Justiça, localmente eleitos, Colégio Politécnico do Rio de Janeiro foi recriado, e nela a Escola Militar Imperial. A partir de Fevereiro de 2021 a faculdade centenária muda de nome para Academia Militar onde criou vários cursos gratuitos para moradores de rua e de baixa renda interessados na carreira militar.

A Estrutura de Comando
Nos termos dos artigos 102 e 148 da nova Constituição Brasileira de 2021, Todas as Forças Militares da Nação ficam subordinadas ao Imperador e a Imperatriz. O posto mais elevado na hierarquia militar da ARMADA na teoria é o de Almirante e o posto mais baixo e o Marinheiro, cada um subdivididos em quatro categorias (CA) (FN) (IM) (MD).
OFICIAIS DA ARMADA (CA)
1-Almirante
2-Vice Almirante
3-Contra Almirante
4-Capitão de Frota
5-Capitão de Mar e Guerra
6-Capitão de Fragata
7-Capitão de Corveta
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| As insignias são as mesmas usadas em 1822, exceto pelas usadas em ocasiões especiais |
OFICIAIS FUZILEIROS NAVAIS (FN)
8-Coronel de Mar
9-Coronel de Regimento
10-Coronel de Tropa
11-Tenente Coronel
12-Primeiro Tenente
13-Segundo Tenente
14-Guarda Fuzileiro
OFICIAIS INTENDENTES DA MARINHA (IM)
15-Primeiro Sargento
16-Segundo Sargento
17-Terceiro Sargento
18-Cabo Marinheiro
19-Soldado Marinheiro
20-Intendente Marinheiro
21-Marinheiro
QUADRO MEDICO (MD)
21-Primeiro Sargento Medico
22-Segundo Sargento Medico
23-Terceiro Sargento Medico24-Marinheiro Medico
25-Marinheiro Socorrista
26-Marinheiro Enfermeiro
27-Socorrista
28-Enfermeiro
A Armada executa tarefas operacionais Navais, Aéreas, Inteligência de sinais (SIGINT), Inteligência humana (HUMINT), Contraespionagem, Programas de pesquisa e desenvolvimento, Transporte e Logística, Interdição Aérea, Exploração Espacial, Apoio Aéreo Aproximado e Superioridade Aérea.
Alguns países passaram a designar,
batalhões de armas ou serviços, restringindo ou até mesmo excluindo o termo "regimento". Isto acontece, ou por razões históricas ou politicas, os exércitos que aboliram a sua organização, vão desde o escalão intermédio, até o avançado para o termo " batalhão, onde o nome passa ser genérico na maioria das forças armadas do mundo.
Na ARMADA independente de ser a sua unidade ou não, o termo "regimento" e base para suas unidades e serviços. Atualmente, na ARMADA existem regimentos de;
Cavalaria naval, de cavalaria aérea, de cavalaria mecanizada e de cavalaria de guarda.
Os regimentos são constituídos pelos grupamentos que seguem os mesmos moldes de um batalhão;
59 da Cavalaria naval, 500 grupamentos de infantaria, 250 de artilharia montada, 190 de cavalaria divisionária, 238 da cavalaria aérea, e 1500 da cavalaria da guarda.
O patrulhamento, vigilância das fronteiras e a patrulha do raio marítimo, constituem uma das principais missões de operações
Navais e Aéreas que englobam as operações da ARMADA. O costume de designar como "regimento" em algumas unidades, antes denominadas de batalhão causava confusão, uma vez que existia nas
Forças Armadas Brasileiras, batalhões administrativos que englobavam vários regimentos táticos, a ARMADA neste caso, conta o termo
Regimento, para organização de equipes e equipagens de alerta em condições de imediato a fim de interceptar determinado vetor ou executar determinada missão.
Nesta organização mista, os
regimentos mantêm a sua função de agrupamento semelhante a batalhões em maior ou menor quantidade. Mas em cada regimental pode ser agrupado com outros elementos - tanto do próprio regimento como de unidades externas - para formar um agrupamento tático flexível talhado à medida da missão que lhe for atribuída.
Assim, seguindo os mesmos moldes dos cavaleiros antigos da idade média, a ARMADA divide seus Regimentos em apenas cinco ramos principais:
1ª Linha
Com os grupos da Guarda Nacional,
Policia Militar, Logística e Treinamento englobando a Academia Militar.
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| C-17 Globemaster IV, o carro chefe da logística na Armada |
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| EMB 314 Super Tucano para a Guarda Nacional |
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EMB 210 mini-tucano para treinamento
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Dodge Durango da Policia Militar
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| Hummer H4 modificado para uso geral |
2ª Linha
Força Expedicionária Brasileira
Extinta em 1945 pelo ditador Getúlio Vargas, reativada na ARMADA em 2021, ela é a base do Corpo de Fuzileiros Navais e da Força Expedicionária, o que tem de melhor na infantaria, na artilharia, na cavalaria mecanizada, no grupamento aéreo e nas forças especiais.
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| IFV-7 IBCT Infantry Brigade Combat Team |
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| AH-64D helicóptero de ataque, modificado para uso naval |
3ª Linha
REGIMENTOS NAVAIS
È ela que se dispõe entre a primeira e a quinta linhas, servindo de logística para as mesmas.
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| UH60 - do Grupamento de evacuação medica |
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| EMB 314 para uso de patrulha costeira |
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| PO-39 para evacuação de combate |
4ª Linha
Facção Tamandaré
Ela vem agindo sempre com prontidão e de ação permanente, podendo ser apenas um navio, ou um avião ou uma esquadra ou até um strike group que pode aumentar rapidamente seu numero e poder de fogo durante emergências.
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Corveta Patrulha da Classe Imperial Marinheiro II
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| Acompanhada do Primeiro Porta Aviões Nuclear da Nação (a Classe Isabel é um grande marco em todos os sentidos) |
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Destróier da Classe Amazonas II
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| Lancha desembarque da Classe Capivara |
E a 5ª Linha
Inteligencia Naval
È ela que emprega métodos nada ortodoxos para as suas operações de inteligência, com pessoal extremamente qualificado para suas atividades, sigilosas.
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| AC130U Spooky II para a inteligencia naval, modificado com sensores de vigilância e de guerra eletrônica |
CRÉDITOS
Rockbar Corporation / Mixmods
GTA San Andreas
FONTES HISTÓRICAS
ACERVO DO MUSEU IMPERIAL
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